quarta-feira, 15 de julho de 2026
segunda-feira, 16 de março de 2026

"Como vivemos é como morremos"
Pema Chodron
Tenho refletido sobre finitude... o fim é tão obvio. Pq é que passamos a acreditar que as coisas duram. Nada é. Tudo, em um segundo, ˜foi˜. Comecei a ler o livro ˜Como vivemos é como morremos"e o olhar curioso sobre impermanência me lembrou algumas lições do Vipassana.
Lembro-me de uma metáfora - de que os sentimentos (prazer, dor, apego, aversão, conforto, desconforto) eram como bolhas de uma caneca de água fervendo, aparecem e somem, outras: aparecem e somem,... surgem e findam e surgem e findam...
Lembro de ter sentido a impermanência no corpo e acolher as percepções sutis sem reagir (ou pelo menos, exercitar) observar a impermanência.
Infelizmente, a prática não foi algo que virou rotina, hábito mas, agora, chego novamente a esse pensar: a impermanência. Mas não mais na lente específica dos sentimentos. Todo fenômeno é impermanente...tudo é um surgir e findar constante. O que sou quando escrevo, já deixou de ser quando chegar o ponto final da frase. Que, apesar de ponto final, também marca o que vem a seguir, um outro começo. Será que essa percepção, de que tudo é começo, fim, começo e "dois pontos" ajuda a lidar com a finitude da vida? Quase um banalizar de pequenos fins pra desmitificar o "fim" finito? Pq esse é o que tememos? O "chefão dos fins" se lidamos com pequenos fins o tempo todo? Será que percebê-los também escancaram os pequenos surgimentos com mais maravilhamento do que normalidade? Pq estar atento aos fins, deve nos fazer mais sensíveis aos surgimentos...
Mas calma, não se apegue... os surgimentos findam,....os fins, surgem.
Não se apegue. Nem ao prazer, nem a dor.
Só reconheça , respire, até a próxima bolha na caneca fervendo... e como numa dança , a gente talvez fique mais amiga da mudança.
Bom, mas esse é só o começo do mergulho no fim. Começo. Fim.
E logo, volto para novos mergulhos no fim. Ou no começo?
quinta-feira, 5 de março de 2026
Caça Palavras
domingo, 5 de novembro de 2023
Long long time ago… but I can still remember
Há um bom tempo tento restaurar esse espaço.
Senhas , e-mails , e perguntas de segurança que sequer podia lembrar. Até conseguir.
A escrita novamente como ferramenta de reflexão, de poço de decantação , de despejo de pensares e sentires livres.
Cá estamos. Depois de muito tempo! E venho com um bocado de notas já escritas pra compartilhar.
É um pensar alto. Mas se você está aqui: seja sempre muito bem-vinde.
quarta-feira, 26 de março de 2014
Raízes e folhas de outono
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Aprofunde-se
Talvez não seja preciso se preocupar com a abordagem colocada em prática se
tivermos a consciência da intenção do nosso pensar. Aprofundar pra não nos distrairmos em nossos próprios paradigmas. . Achar que estamos conscientes quando estamos apenas repetindo padrões com novas roupagens.

